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Economia & Gestão, Estratégia e Liderança admin em 15 Jun 2008

Comentario pertinente e com sugestao de leitura

Prezados colegas e amigos,
Segue abaixo o comentario do amigo Frederico Madureira sobre o meu ultimo post.
Estou em ferias, viajando de um lado para outro, razao pela qual o blog deu uma hibernada.
Abracos a todos, diretamente do Oriente Medio.
Fernando

Fernando,
Realmente a lógica que você bem explicou acima é muito recente e pouco compreendida.

Ainda não li o paper abaixo, mas segue a indicação. Tem um economista do INSEAD chamado Lazonick que está estuda e escreve exatamente sobre os pontos expostos acima: governança corporativa, estratégia corporativa vs papel do CEO, desempenho e crise (!!).

Maximizing shareholder value: a new ideology for corporate governance
http://fek.uu.se/mw/Vstyrh06/fil/lazonick.pdf

Das próximas vezes, envio um resumo dos principais pontos.

Abraço

Fred

Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 30 Mai 2008

Brasil também é Investment Grade para a Fitch Rating

Cenário não muda nada para o Brasil

Caros - sugiro releitura da sequência que postei ao longo do mês sobre o tema.

A única novidade, que não é vinculada à decisão da Fitch, refere-se ao fato de que hoje já podemos concluir que a inflação está realmente incomodando o governo e alguns setores específicos. E a arma a ser usada para abater o monstro é a política monetária ortodoxa, a.k.a. aumento da SELIC.

De resto, quase tudo igual. O fato de uma segunda agência nos promover a grau de investimento, significa que, agora, certos fundos de pensão e seguradoras muito conservadoras poderão investir em ativos brasileiros. É que tais investidores exigem que pelo menos duas agências confiram o rating BBB- ou melhor.

Abraços e atenção para a numerologia 15 0…

Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 30 Mai 2008

Blog falando de blog

Olá, atchim!!

Pois é, passei a 6af de cama, mas aproveitei para assistir a programação da Ideal TV, do interessante canal 70 da TVA. Segue abaixo o link do site, que, se Deus quiser, vai permitir que assistam parte do programa sobre blog e web 2.0.

http://www.idealtv.com.br/programas_anteriores.php?id_video=601&programa=12&data=2008-05-23

O programa que este link acessa, mostr que estamos no caminho certo. Web 2.0 é a forma de nos mantermos antenados com o que nossos clientes querem. E também a única forma de conhecermos os clientes dos nossos clientes - que será fundamental para a Coface dar um mega-salto. E manter um blog atualizado, com espírito crítico e comentado é um dos caminhos.

A lógica é a seguinte: hoje em dia o cliente não aceita mais ser PASSIVO, comprando o que vendemos e do que jeito que queremos. O cliente hoje exige ser PROTAGONISTA, do contrário nos abandona. Para expandir nossa liderança de mercado, devemos criar um ambiente de negócios em que o cliente sinta que tem canais abertos de comunicação conosco - e que nós melhoramos o nosso atendimento a partir do aprendizado advindo de tais canais de comunicação. É um novo modelo de ser fazer negócio, cheio de riscos e oportunidades:

1. Riscos: exposição a críticas públicas, por exemplo.

2. Oportunidades: de se inserir de maneira privilegiada no ambiente dos nossos clientes (ser membro da sua comunidade), entender o que querem, do que não gostam, etc.

Bem-vindos à Coface 2.0! Ela veio para ficar!

Abraços, FB

Gestão, Estratégia e Liderança admin em 28 Mai 2008

Comunicação e a sua Carreira

Caros,

Não é de hoje que eu acredito que comunicação é uma competência fundamental para o sucesso. Chacrinha, um antigo e bem-sucedido, apresentador de TV, tinha um bordão que dizia: “Quem não se comunica, se estrumbica”. Folclórico, mas verdadeiro.

Em recente palestra na super-business school IMD, da Suiça, o multi-bilionário Warren Buffet (escrevi sobre ele há semanas) disse: “Comunicar gera um enorme retorno. Quem se comunica bem impacta enormemente as vendas, tem capacidade de persuadir. Isso não está sendo enfatizado suficientemente nas escolas de negócios”. E vender não significa ser da área comercial. Ele quer dizer “vender” no sentido mais amplo, i.e. vender as suas idéias, a sua visão, o seu conselho, a sua insatisfação!

Cada vez mais temos menos tempo, portanto, ter clareza de raciocínio, utilizar as palavras certas e ser objetivo se tornou algo de muito valor no mundo corporativo. Acreditem: o sujeito pode ser um gênio (ter um Q.I. 150) ou uma enciclopédia (saber todos os detalhes da sua área de atuação), mas se ele não conseguir se comunicar de forma a agregar valor - rapidamente - para o(s) seu(s) interlocutor(es), não subirá na vida. Coisas do Capitalismo Acelerado que vivemos…

O mesmo acontece com a comunicação escrita. E aqui estamos falamos do mais básico “PORTUGUÊS”. Amigos, a coisa está complicada em nosso país: a qualidade da escrita está indo ‘ladeira abaixo’ (e o MSN não ajuda…) - cada um de nós que faça uma auto-crítica…! O texto abaixo vem de um site que trata de dicas de carreira, portanto, vale a leitura.

É normal - e errado - que profissionais tecnicamente sólidos sejam relaxados com a comunicação (oral e escrita), talvez por acharem que seus conhecimentos bastam. Bastavam! Acreditem. Escrever errado e falar com pouca lógica ou objetividade é interpretado por recrutadores, head-hunter - e por mim também -como pouco profissionalismo.

Abraços, Fernando

http://www.dicasprofissionais.com.br/default4.asp?s=dicas2.asp&id=12&titulo=Escrever%20bem%20é%20um%20diferencial%20do%20profissional%20moderno

Crédito e Risco & Economia & Gestão, Estratégia e Liderança admin em 26 Mai 2008

A Romi e o Investment Grade do Brasil - como assim???

A qualquer momento mais uma multinacional brasileira!

Recentemente, num dos posts sobre o investment grade do Brasil, eu comentava sobre os impactos deste feito na cotação do cambio.

Uma marca que países desta categoria tem é a expansão internacional de suas empresas. E para a minha melhor surpresa, a Indústrias Romi, do interior de São Paulo, acaba de anunciar a aquisição da italiana Sandretto, tradicional fabricante de máquinas injetoras de plásticos.

A lógica é a seguinte:

  1. Como o Brasil é considerado um país sólido, há muita moeda forte entrando no país.
  2. Entrando mais dólar, euro, etc., do que sai, o nosso real se valoriza.
  3. Com isso, exportar fica mais difícil, mas, por outro lado, nossas empresas tem mais facilidade (mais força!) para comprar concorrentes no exterior.
  4. Na medida que isto ocorre com frequência - e os juros internos caem também! - o cambio vai encontrando seu patamar de equilíbrio.

Pois é, misturei economia, indústria, grau de investimento, etc. Mas desta salada toda o que mais vale é a bem-sucedida ação da Romi! Parabéns!

Fernando

PS: o grupo mexicano Casas Saba acaba de adquirir a Drogasmil, rede de farmácia que atua, principalmente, no Rio de Janeiro. Viram, o Mexico que é grau de investimento faz tempo, tem crescente presença internacional, inclusive no Brasil. 

PS2: e talvez para surpresa de muitos, o novo “homem mais rico do mundo” é mexicano: Carlos Slim! …que acaba de doar US$ 110 milhões para causas humanitárias na América Latina. Arriba, Mexico!

Crédito e Risco & Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 20 Mai 2008

Educação Financeira URGENTE!!

Comentário da Malú e uma interessante coincidência!

Boa tarde,

A nossa colega Malú comenta sobre o grande número de clientes de bancos, que ficam inadimplentes, mas que depois alegam que “não pediram a linha de crédito, que havia sido pré-aprovada”, etc.

A imensa coincidência é que ao mesmo tempo que ela comentava o post, eu me reunião com Cássia d’Aquino, da empresa de consultoria Educação Financeira (visitem http://www.educacaofinanceira.com.br/ ). A Cássia é uma especialista no tema e me passou informações riquissímas, que ela vêm encontrando ao longo da sua trajetória profissional e bem em linha com o que nos comentou a Malú.

Se o problema de má gestão das finanças pessoais é sério em São Paulo, imaginem como deve ser nos rincões do Brasil… a turma quebra sem saber porque! E não é só com ‘pessoa física’, pois as PMEs vivem o mesmo tipo de dilema.

Dentro do nosso projeto Coface Sustentável, acho que temos que disseminar nosso conhecimento sobre crédito e ensinar boas práticas de gestão financeira para, principalmente, os clientes dos nossos clientes (nosso risco).  Estes são os que mais precisam e os que nos geram sinistros. Daí a razão de eu haver procurado a Cássia d’Aquino. Precisamos aprender mais sobre o tema e colocar algo em prática, que agregue valor para toda a cadeia dos nossos clientes.

Valeu, Malú! E vamos refletir sobre o tema e desenvolver um projeto (*).

Abraços,

Fernando

PS: o Washington já me passou uma idéia arrojada! Gostei.

Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 19 Mai 2008

Destaques no convênio Coface - ABIMAQ

Bom dia,

Um dos projetos que sonho lançar na Coface é um que se chamará A Empresa Vendedora.

Em poucas palavras, é um projeto que visa inserir no DNA da Coface, e em cada um de nós, o desejo e a capacitação para gerar clientes e negócios. Em tese, só a áera Comercial tem essa obrigação e, mais especificamente, os chamados Hunters. Mas não é pra já, pois para isso precisamos de tempo e concentração - e já temos muitos projetos e grandes negócios em andamento neste momento.

De qualquer forma, na Coface já quebramos este paradigma há algum tempo. Lembro-me bem de um caso do Daniel Sato, da área de Finanças, que originou um grande cliente através de um relacionamento pessoal - fantástico! Perdõem-me outros colegas nao citados…

Mais recentemente, venho acompanhando que nossas Farmers, que em tese apenas assistem os Hunters na gestão dos relacionamentos, vem gerando negócios também! Este negócio com a ABIMAQ nasceu através de um contato da Jade!

Pois é, um mega relacionamente como este nasceu a partir da ATITUDE empreendedora da Jade, assim como foi com o Sato, com a Marilia (que também está à caça de clientes), etc. E no futuro poderá nascer com qualquer um de vocês. É só ficar ‘antenado’.

Naturalmente, e dentro do espírito de equipe que rege as nossas ações, a Jade contou com o apoio fundamental da Luciana e do Daniel, entre outros colegas, que se engajaram para a bem-sucedida conclusão do acordo.

Que venham outros casos como este, e parabéns a todos!

Fernando

Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 13 Mai 2008

Mais uma lição aprendida com um cliente

…só que esta é sobre o que não se deve fazer!

 

Depois de um relacionamento inicial de muito desgaste de ambas as partes, um assunto foi escalado para mim e para nossa Diretora Técnica, e para um dos diretores, do lado do cliente. E só aí a coisa se resolveu, graças ao apoio técnico dado e ao peso institucional das nossas ações.

 

A lição que fica – e que nem sempre é aprendida – é, há um momento em que devemos parar de “dar socos na ponta da faca” e escalar o problema. Todos nós temos o hábito de tentar resolver nossos problemas, evitando ao infinito envolver outras partes, envolver o chefe então…jamais! É uma combinação de medo de levar bronca com “não quero levar problema para ele, afinal, ele é tão ocupado…”.

 

Bobagem, com ‘B’ maiúsculo.

 

Existem muitos casos que não têm jeito, pois o seu interlocutor pode não estar mal-intencionado, o jogo político ser muito duro, ou o ego do sujeito demanda “cargo mais elevado”, etc. A lista pode ser imensa.

 

E aí, quando o assunto chega “ao chefe” o relacionamento está no limite do colapso.

 

Não há formula matemática que defina “o momento mágico” de se escalar um problema para o seu superior. A solução é um misto de muito bom-senso com constante comunicação, para que ambos decidam o momento certo da intervenção.

 

Capacidade de resolver problemas é uma dádiva e não levar problemas bobos para o seu superior é digno de elogios, mas perder um cliente por conta de “excesso de zelo” é pecado mortal.

 

Abraços

Gestão, Estratégia e Liderança admin em 13 Mai 2008

Fatores Higiênicos e Motivacionais e a sua carreira – Parte II

O objetivo do primeiro post sobre este assunto foi de alertar sobre um drama que se abate sobre um mundo de profissionais.

 

Para começar, uma verdade: ninguém tem que procurar ou querer ser rico e famoso. Provedores de Fatores Higiênicos podem e devem ser muito felizes, desde que sejam bem resolvidos. De fato, a busca por fama e fortuna custa um bocado nesta sociedade materialista e complicada que vivemos. Não é toa que a indústria farmacêutica fatura “zilhões” com remédios psiquiátricos, do tipo Prozac e assemelhados.

 

Porém, tem muita gente que pretende (ou pelo menos acha que sim) subir na carreira, ganhar mais, ter mais exposição, etc., mas que não faz muito para chegar lá – ou não sabe o que fazer para tal. Para estes, o nome do jogo é AGREGAR VALOR de forma ativa para seus clientes (internos e externos).

 

Agregar valor, no caso da administração interna de uma companhia, é fazer com que suas ações estejam alinhadas à estratégia da empresa. Ou em outras palavras, tornar o seu trabalho essencial para que a empresa atinja suas metas, não dá para sentar e se lamentar tem que agir de forma criativa.

 

Ao viabilizar, através deste blog por exemplo, levarmos nossa mensagem para clientes, jornalistas e formadores de opinião em geral, a TI nos ofereceu um Fator Motivacional!

 

Todas as áreas e todos os profissionais, de um jeito ou de outro, podem se aproximar da estratégia da empresa, tornando-se “fornecedores” de Fatores Motivacionais. Basta ter  ambição e pensar “fora da caixa”. Se você tiver, divida com seus colegas, fale com o seu superior, fale sobre o assunto. Quanto mais falamos sobre algo, mais elaboramos/organizamos nossas idéias, no mínimo, é um excelente exercício intelectual.

 

Se restarem dúvidas, por favor, vamos comentar no blog, pois o tema é importante – e provocativo – demais, para deixarmos cair no esquecimento.

 

Abraços higiênicos e motivados a todos!

Gestão, Estratégia e Liderança & Mundo Coface admin em 13 Mai 2008

Mais uma lição aprendida com um cliente

…só que esta é sobre o que não se deve fazer!

 

Depois de um relacionamento inicial de muito desgaste de ambas as partes, um assunto foi escalado para mim e para nossa Diretora Técnica, e para um dos diretores, do lado do cliente. E só aí a coisa se resolveu, graças ao apoio técnico dado e ao peso institucional das nossas ações.

 

A lição que fica – e que nem sempre é aprendida – é, há um momento em que devemos parar de “dar socos na ponta da faca” e escalar o problema. Todos nós temos o hábito de tentar resolver nossos problemas, evitando ao infinito envolver outras partes, envolver o chefe então…jamais! É uma combinação de medo de levar bronca com “não quero levar problema para ele, afinal, ele é tão ocupado…”.

 

Bobagem, com ‘B’ maiúsculo.

 

Existem muitos casos que não têm jeito, pois o seu interlocutor pode não estar bem intencionado, o jogo político ser muito duro, ou os egos em questão demandarem “postos mais elevados”, etc. A lista pode ser imensa.

 

E aí, quando o assunto chega “ao chefe” o relacionamento está no limite do colapso.

 

Não há fórmula matemática que defina “o momento mágico” de se escalar um problema para o seu superior. A solução é um misto de muito bom-senso com constante comunicação, para que ambos decidam o momento certo da intervenção.

 

Capacidade de resolver problemas é uma dádiva e não levar problemas menores para o seu superior é digno de elogios, mas perder um cliente por conta de “excesso de zelo” é pecado mortal.

 

Abraços

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