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Sem Categoria admin em 22 Jul 2008
(Boas) Notícias de Paris
Prezados colegas,
A turbulência financeira que vem afligindo instituições financeiras nos EUA e em boa parte da Europa, também impactou nosso controlador, o Banco Natixis.
Porém, a força do grupo é inquestionável, dado que os acionistas controladores do Natixis nele injetaram a bagatela de EUR 3,7 bilhões!! O banco está capitalizado e saudável, mas focado em cortar custos, naturalmente. E essa pressão desce até o nosso nível, o que é igualmente natural. Mas estamos crescendo e não há qualquer corte a ser feito, ou seja, temos é que ser cuidadosos na expansão.
Outra boa notícia que chega do nosso CEO J.Cazes, é que os resultados da Coface estão positivos neste primeiro trimestre - e ele nos agradece pela expressiva contribuição que demos.
Para concluir, eu anexo o último relatório da agência de rating Fitch, que manteve o excelente rating da Coface, apesar da conjuntura de crise que começa a dar sinais lá fora. Voltarei a este tema.
http://topmanagers.coface.dns/TopManagers/ShowBinary/Top%20Manager%20Repository/phoneBook/content/files/Coface_Report_Jul08.pdf
Boa leitura + abraços + sucesso,
Fernando
Sem Categoria admin em 25 Jun 2008
Retorno de férias e observações de viagem
Prezados colegas,
Retornei de férias, ainda que pouco tenha me afastado dos negócios, por conta desta maravilha (?!) chamada BlackBerry. Não é a toa que o chamam de CrackBerry, pois vicia…
Estive em Dubai, pequena (1,8 milhões de habitantes) cidade-estado dos Emirados Árabes Unidos (EAU), que é o maior canteiro de obras do planeta.´
Dubai é governada pelo Sheik de Dubai, que “reporta” para o Presidente dos EAU, que por acaso é o Sheik de Abu Dhabi, que é outro Emirado como Dubai, só que maior. Algumas observações:
1. O Sheik de Dubai resolver transformar o seu pequeno deserto particular, relativamente forrado de petroleo e gás (commodities de muito valor desde 1973), em um país que se desenvolverá e se manterá rico mesmo depois que o petroleo e o gás acabarem por lá (mais uns 25 anos, segundo algumas estimativas).
2. O Sheik contratou os melhores (e seguramente os mais caros) consultores do mundo para que lhe entregassem um Plano de Ação. Estes disseram que deveriam explorar turismo, entretenimento e serviços financeiros, tudo voltado para o público AAA.
3. Como o dinheiro ainda sobra por lá, ele decidiu seguir o conselho e fazer tudo isso…de uma só vez!
4. Edificaram uma generosa rede de hotéis de luxo, shopping centers para todos os gostos - sendo que o maior tem até pista de ski coberta -, safaris no deserto, os mais modernos projetos residenciais e de escritórios, etc., etc., estão concluindo um circuito de Formula-1, festivais de música e teatro abundam, golf, etc., a lista é longa! Dizem que os guindastes para construção cívil estão em falta no mundo, pois a maioria deles está em Dubai!
5. A população local, ao redor de 180 mil pessoas, recebe toda sorte de apoio do Sheik, e.g. casa, energia, água, escola (de 1o. mundo!), “Bolsa-família”, etc. A maioria não trabalha, e não precisa, pois o governo só exige que mantenham os filhos na escola!. Mas eu disse que eram 1,8 milhão, certo?! O resto é “mão-de-obra importada”, sendo a maioria (40%) da Índia, e muitos da China, Filipinas, Indonésia, etc. Poucos brasileiros. É gente de 140 nacionalidades diferentes.
6. Tudo funciona muito bem! Invejável mesmo! Até o pessoal da segurança do aeroporta é internacional, mas trabalham com a mesma seriedade de um local. Lá não tem indústria, não há “produto”. O negócio do país é serviço, e o negócio serviço só vai pra frente se os funcionários encantarem os clientes. Em Dubai eles respiram este conceito!
Fatos que reforçaram algumas visões que já dividi com vocês:
1. Cliente no centro da estratégia, atenção a detalhes: para este povo, o cliente (i.e. o visitante) só está abaixo do Sheik! Você é ‘assessorado’ o tempo todo; todo mundo é cordial, gentil e preocupado em antecipar as suas necessidades. E sempre sorrindo! Apesar do calor escaldante, que justificaria uma certa preguiça - não lá!
2. Gestão da diversidade: como eles fazem o país funcionar e crescer em tantas frentes, com tanta gente diferentes (140 países!), é um segredo para mim. É a prova cabal que diversidade funciona e agrega valor.
É isso por enquanto.
Abraços, FB
Sem Categoria admin em 25 Jun 2008
Compra da SBCE e o folclore brasileiro
Prezados colegas,
Vocês devem se lembrar do Saci Pererê, da Mula sem Cabeça, e de outros seres que o imaginário popular insiste em dizer “que existe”.
Pois bem, a aquisição da SBCE estava quase se enquandrando no grupo acima, mas finalmente temos boas e concretas notícias:
NO PRÓXIMO DIA 3 DE JULHO, 5af, ESTAREMOS NO RIO DE JANEIRO PARA ASSINAR A AQUISIÇÃO DE 48% DAS AÇÕES DA COMPANHIA.
Agora vai! Agradeço o empenho dos colegas que participaram do processo até agora, e convido todos a se engajarem no processo de integração, que em breve se iniciará.
Abraços, FB
Sem Categoria admin em 08 Jun 2008
SBCE no caminho certo: assinatura está próxima!
Prezados,
Ao longo deste final de semana, recebemos as últimas manisfestações dos acionistas vendedores, concordando com o último ‘draft’ do contrato de compra e venda das ações.
O governo federal já havia concordado com os futuros Estatutos e com o Acordo de Acionistas.
Hoje mesmo, domingo, disparei um e-mail para todas as partes, visando acordarmos uma data para a assinatura, e um outro e-mail avisando nossos colegas em Paris.
Estamos perto de celebrar esta importante transação para a Coface, mas também para o mercado segurador de crédito brasileiro.
Abraços
Sem Categoria admin em 06 Jun 2008
Crise internacional de Crédito: longe do fim!
Prezados,
A Coface acaba de anunciar que os avisos de sinistros - portfolio global - subiram 45% nos primeiros quatro meses deste ano, quando comparado com 2007. Apesar de sabermos que este número é reflexo de um pico - e que mais tarde se acomodará -, causa preocupação.
Segundo a nossa matriz, já vivemos a 5a Crise de Crédito pós-choque do petróleo de 1973. Os principais motivos para este cenário são:
1. Redução da demanda por bens e serviços dos americanos (maiores consumidores mundiais)
2. Redução das linhas de crédito dos bancos - em especial dos americanos (a economia mais endividada do mundo é a americana)
3. Alta brutal de matérias-primas e alimentos, que provoca inflação e torna muitos negócios inviáveis
Interessante notar que, até o momento, França e Alemanha não foram impactados por esta crise. Provavelmente por serem muito conservadores.
Leio também que, em função da retração econômica nos EUA, o número de empresários querendo se desfazer dos seus negócios duplicou, em relação a 2007. Chocante! Lá existem muitos websites em que o empresário - em geral de pequeno porte - anuncia seu interesse de comprar ou vender um negócio. Todos estes sites mostram um desequilíbrio, onde há muito mais vendedores do que compradores.
A maior razão? Os empresários não conseguem linhas de crédito para tocar o seu negócio. Quem diria…
Abraços, FB
Sem Categoria admin em 02 Mai 2008
Comentários para os Comentaristas do Blog
Prezados Visitantes,
Primeiramente o meu muito obrigado por terem frequentado este Blog.
E um agradecimento especial para aqueles que ainda deixaram mensagem!
Lamentavelmente, por razões tecnológicas, eu fiquei sem acesso aos comentários que vários de vocês haviam feito. Problema solucionado, eles acabam de ser aprovados para publicação e eu os comentarei em seguida.
Abraços e sigamos juntos!
Fernando