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	<title>Coface do Brasil - Blog do Presidente</title>
	<link>http://blog.coface.com.br</link>
	<description>Coface do Brasil - Blog do Presidente</description>
	<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 00:48:16 +0000</pubDate>
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		<title>(Boas) Notícias de Paris</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/07/22/boas-noticias-de-paris/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 00:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas,
A turbulência financeira que vem afligindo instituições financeiras nos EUA e em boa parte da Europa, também impactou nosso controlador, o Banco Natixis.
Porém, a força do grupo é inquestionável, dado que os acionistas controladores do Natixis nele injetaram a bagatela de EUR 3,7 bilhões!! O banco está capitalizado e saudável, mas focado em cortar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>A turbulência financeira que vem afligindo instituições financeiras nos EUA e em boa parte da Europa, também impactou nosso controlador, o Banco Natixis.</p>
<p>Porém, a força do grupo é inquestionável, dado que os acionistas controladores do Natixis nele injetaram a bagatela de EUR 3,7 bilhões!! O banco está capitalizado e saudável, mas focado em cortar custos, naturalmente. E essa pressão desce até o nosso nível, o que é igualmente natural. Mas estamos crescendo e não há qualquer corte a ser feito, ou seja, temos é que ser cuidadosos na expansão.</p>
<p>Outra boa notícia que chega do nosso CEO J.Cazes, é que os resultados da Coface estão positivos neste primeiro trimestre - e ele nos agradece pela expressiva contribuição que demos.</p>
<p>Para concluir, eu anexo o último relatório da agência de rating Fitch, que manteve o excelente rating da Coface, apesar da conjuntura de crise que começa a dar sinais lá fora. Voltarei a este tema.</p>
<p>http://topmanagers.coface.dns/TopManagers/ShowBinary/Top%20Manager%20Repository/phoneBook/content/files/Coface_Report_Jul08.pdf</p>
<p>Boa leitura + abraços + sucesso,<br />
Fernando
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Retorno de férias e observações de viagem</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/25/retorno-de-ferias-e-observacoes-de-viagem/</link>
		<comments>http://blog.coface.com.br/2008/06/25/retorno-de-ferias-e-observacoes-de-viagem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 19:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas,
Retornei de férias, ainda que pouco tenha me afastado dos negócios, por conta desta maravilha (?!) chamada BlackBerry. Não é a toa que o chamam de CrackBerry, pois vicia&#8230;
Estive em Dubai, pequena (1,8 milhões de habitantes) cidade-estado dos Emirados Árabes Unidos (EAU), que é o maior canteiro de obras do planeta.´
Dubai é governada pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>Retornei de férias, ainda que pouco tenha me afastado dos negócios, por conta desta maravilha (?!) chamada BlackBerry. Não é a toa que o chamam de CrackBerry, pois vicia&#8230;</p>
<p>Estive em Dubai, pequena (1,8 milhões de habitantes) cidade-estado dos Emirados Árabes Unidos (EAU), que é o maior canteiro de obras do planeta.´</p>
<p>Dubai é governada pelo Sheik de Dubai, que &#8220;reporta&#8221; para o Presidente dos EAU, que por acaso é o Sheik de Abu Dhabi, que é outro Emirado como Dubai, só que maior. Algumas observações:</p>
<p>1. O Sheik de Dubai resolver transformar o seu pequeno deserto particular, relativamente forrado de petroleo e gás (commodities de muito valor desde 1973), em um país que se desenvolverá e se manterá rico mesmo depois que o petroleo e o gás acabarem por lá (mais uns 25 anos, segundo algumas estimativas).</p>
<p>2. O Sheik contratou os melhores (e seguramente os mais caros) consultores do mundo para que lhe entregassem um Plano de Ação. Estes disseram que deveriam explorar turismo, entretenimento e serviços financeiros, tudo voltado para o público AAA.</p>
<p>3. Como o dinheiro ainda sobra por lá, ele decidiu seguir o conselho e fazer tudo isso&#8230;de uma só vez!</p>
<p>4. Edificaram uma generosa rede de hotéis de luxo, shopping centers para todos os gostos - sendo que o maior tem até pista de ski coberta -, safaris no deserto, os mais modernos projetos residenciais e de escritórios, etc., etc., estão concluindo um circuito de Formula-1, festivais de música e teatro abundam, golf, etc., a lista é longa! Dizem que os guindastes para construção cívil estão em falta no mundo, pois a maioria deles está em Dubai!</p>
<p>5. A população local, ao redor de 180 mil pessoas, recebe toda sorte de apoio do Sheik, e.g. casa, energia, água, escola (de 1o. mundo!), &#8220;Bolsa-família&#8221;, etc. A maioria não trabalha, e não precisa, pois o governo só exige que mantenham os filhos na escola!. Mas eu disse que eram 1,8 milhão, certo?! O resto é &#8220;mão-de-obra importada&#8221;, sendo a maioria (40%) da Índia, e muitos da China, Filipinas, Indonésia, etc. Poucos brasileiros. É gente de 140 nacionalidades diferentes.</p>
<p>6. Tudo funciona muito bem! Invejável mesmo! Até o pessoal da segurança do aeroporta é internacional, mas trabalham com a mesma seriedade de um local. Lá não tem indústria, não há &#8220;produto&#8221;. O negócio do país é serviço, e o negócio serviço só vai pra frente se os funcionários encantarem os clientes. Em Dubai eles respiram este conceito!</p>
<p>Fatos que reforçaram algumas visões que já dividi com vocês:</p>
<p>1. <strong>Cliente no centro da estratégia, atenção a detalhes</strong>: para este povo, o cliente (i.e. o visitante) só está abaixo do Sheik! Você é &#8216;assessorado&#8217; o tempo todo; todo mundo é cordial, gentil e preocupado em antecipar as suas necessidades. E sempre sorrindo! Apesar do calor escaldante, que justificaria uma certa preguiça - não lá!</p>
<p>2. <strong>Gestão da diversidade:</strong> como eles fazem o país funcionar e crescer em tantas frentes, com tanta gente diferentes (140 países!), é um segredo para mim. É a prova cabal que diversidade funciona e agrega valor.</p>
<p>É isso por enquanto. </p>
<p>Abraços, FB</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compra da SBCE e o folclore brasileiro</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/25/compra-da-sbce-e-o-folclore-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 19:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas,
Vocês devem se lembrar do Saci Pererê, da Mula sem Cabeça, e de outros seres que o imaginário popular insiste em dizer &#8220;que existe&#8221;. 
Pois bem, a aquisição da SBCE estava quase se enquandrando no grupo acima, mas finalmente temos boas e concretas notícias:
NO PRÓXIMO DIA 3 DE JULHO, 5af, ESTAREMOS NO RIO DE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>Vocês devem se lembrar do Saci Pererê, da Mula sem Cabeça, e de outros seres que o imaginário popular insiste em dizer &#8220;que existe&#8221;. </p>
<p>Pois bem, a aquisição da SBCE estava quase se enquandrando no grupo acima, mas finalmente temos boas e concretas notícias:</p>
<p>NO PRÓXIMO DIA 3 DE JULHO, 5af, ESTAREMOS NO RIO DE JANEIRO PARA ASSINAR A AQUISIÇÃO DE 48% DAS AÇÕES DA COMPANHIA.</p>
<p>Agora vai! Agradeço o empenho dos colegas que participaram do processo até agora, e convido todos a se engajarem no processo de integração, que em breve se iniciará.</p>
<p>Abraços, FB
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comentario pertinente e com sugestao de leitura</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/15/comentario-pertinente-e-com-sugestao-de-leitura/</link>
		<comments>http://blog.coface.com.br/2008/06/15/comentario-pertinente-e-com-sugestao-de-leitura/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2008 20:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Economia</category>

		<category>Gestão, Estratégia e Liderança</category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas e amigos,
Segue abaixo o comentario do amigo Frederico Madureira sobre o meu ultimo post.
Estou em ferias, viajando de um lado para outro, razao pela qual o blog deu uma hibernada.
Abracos a todos, diretamente do Oriente Medio.
Fernando
Fernando,
Realmente a lógica que você bem explicou acima é muito recente e pouco compreendida.
Ainda não li o paper [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Prezados colegas e amigos,<br />
Segue abaixo o comentario do amigo Frederico Madureira sobre o meu ultimo post.<br />
Estou em ferias, viajando de um lado para outro, razao pela qual o blog deu uma hibernada.<br />
Abracos a todos, diretamente do Oriente Medio.<br />
Fernando</strong></p>
<p>Fernando,<br />
Realmente a lógica que você bem explicou acima é muito recente e pouco compreendida.</p>
<p>Ainda não li o paper abaixo, mas segue a indicação. Tem um economista do INSEAD chamado Lazonick que está estuda e escreve exatamente sobre os pontos expostos acima: governança corporativa, estratégia corporativa vs papel do CEO, desempenho e crise (!!).</p>
<p>Maximizing shareholder value: a new ideology for corporate governance<br />
http://fek.uu.se/mw/Vstyrh06/fil/lazonick.pdf</p>
<p>Das próximas vezes, envio um resumo dos principais pontos.</p>
<p>Abraço</p>
<p>Fred </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Capitalismo Acelerado e decisões corporativas</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/08/capitalismo-acelerado-e-decisoes-corporativas/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 02:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Economia</category>

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		<description><![CDATA[Caros - há um &#8216;comentário&#8217; recente do Daniel Nobre, seguido de outro do Frederico Madureira, que deram  &#8216;ganchos&#8217; para que eu continuasse, então aqui vai mais um post (e espero mais contribuições deles e de vocês todos, pois o assunto é instigante).
Daniel, eu concordo com você que o Chuck Prince, do Citibank, teria perdido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caros - há um &#8216;comentário&#8217; recente do Daniel Nobre, seguido de outro do Frederico Madureira, que deram  &#8216;ganchos&#8217; para que eu continuasse, então aqui vai mais um post (e espero mais contribuições deles e de vocês todos, pois o assunto é instigante).</p>
<p>Daniel, eu concordo com você que o Chuck Prince, do Citibank, teria perdido o empregao um ano antes se não partisse para o mercado de alto risco (que na época era mais visto como exotico). Isto aconteceria porque o seu banco ficaria para trás dos seus competidores, em termos de receitas, lucros e market-share. Os jornais diriam que o Citibank &#8220;não é mais o mesmo&#8221; e que teria ficado excessivamente conservador, e por aí seguiria o calvário de Mr. Prince.</p>
<p>Para não ficar pra trás, ele e muitos outros preferiram entrar no &#8216;cassino&#8217; e se deram mal coletivamente. Minha tese é que vivemos uma nova era, a qual batizei tempos atrás de <strong>Capitalismo Acelerado</strong>, onde a performance (e a competência) dos CEOs é julgada a cada trimestre, quando os analistas de ações julgam a performance das empresas abertas. É mais ou menos assim que acontece:</p>
<p>1. O CEO desenha um planejamento estratégico para os próximos 5 anos - logicamente este trabalho leva vários meses e envolve todos os executivos, sem falar no custo dos consultores que o apoiam.<br />
2. Aí o CEO vai ao Board e apresenta o seu Plano. O mesmo é aprovado e todos saem felizes do &#8216;board room&#8217; para um jantar requintado, regado a ótimos vinhos.<br />
3. O próximo passo é o CEO chamar reuniões (&#8217;road shows&#8217;) com os analistas de ações e com imprensa, em eventos repletos de slides de power-point, análises e projeções, etc.<br />
4. Os analista saem do evento - que também tem cocktail de alto nível - e eventualmente recomendam que os investidores comprem as ações da empresa.<br />
5. As ações começam a subir, os acionistas (os mesmos que aprovaram o projeto do CEO) ficam muito felizes e decidem pagar um belo (!!) bonus para o CEO e sua equipe.<br />
6. A alegria e a motição abundam na empresa.</p>
<p>Mas a vida real é muito mais complicada que as análises e projeções poderiam sugerir. Todo tipo de incerteza acontece no mundo real, e.g. crises externas afetam o mercado dos clientes da empresa - e por tabela afetam o mercado da própria empresa -, e/ou algum problema no fornecimento encarecerá o custo de produção, e/ou uma nova tecnologia lançada por um competidor-chave o lançara à frente da empresa, etc., etc., etc. - a lista é interminável.</p>
<p>7. Chega a hora de apresentar os resultados do próximo trimestre e o tradicional encontro entre CEO e analistas tem um &#8216;humor&#8217; radicalmente diferente: o CEO e seu time são acusados de todos os males da humanidade, parecendo que a empresa está a ponto de quebrar!<br />
8. Os mesmos analistas saem da reunião, recomendam a venda das ações - apesar de há pouco terem dito o contrário.<br />
9. Investidores, pouco preocupados com a perspectiva de longo-prazo, resolvem vendem pra valer e, naturalmente, o preço das ações caem.<br />
10. O CEO fica arrasado, começa a ser questionado de suas habilidades por parte dos acionistas &#8216;estruturais&#8217;, e o clima na empresa fica pesado, dá para cortar o ar com uma faca.<br />
11. Por vontade própria, e/ou por pressão de sua equipe direta (que não quer perder mais uma rodada de bonus maravilhosos), e/ou por pressão dos acionistas, o nosso CEO parte para mais um plano de (salv)ação - este, porém, de visão mais imediatista e ARRISCADA!</p>
<p>O novo plano demonstra claramente que os lucros virão rapidamente, até para calar os tais analistas e reverter a tendência de baixa das ações, mas, principalmente, para reforçar a imagem dele perante o seu board. </p>
<p>12. Logicamente o novo Plano é aprovado pelo board - mas desta vez não há champagne.</p>
<p>Daí pra frente é o que se vê em todas as crises - globais ou empresariais. Invisivelmente há uma voz que diz: <strong>&#8220;Vamos para o plano arrojado, do contrário perderemos muito&#8221;. </strong>E se der tudo errado? <strong>&#8220;Bem, a culpa é de todo mundo&#8221;, </strong>ou ainda: <strong>&#8220;não temos nada a perder&#8221;.</strong></p>
<p>Neste exemplo terrivelmente real, o primeiro plano estratégico talvez fosse bom mesmo - e duradouro -, mas precisava de tempo para se provar. Seria razoável aguentar uma crise, fazer-se alguns ajustes de sintonia fina e seguir em frente. Mas não, pois os analistas são acelerados, os investidores são acelerados, tornando os acionistas estruturais acelerados também - ninguém mais tolera um ou dois trimestre de queda nas ações! O CEO e seu time são logo chamados <em><strong>&#8220;a fazer algo&#8221;. </strong></em>São cobrados a serem acelerados também. <strong>Mas e os próximos 5 anos e a perpetuidade da empresa? Dane-se o longo-prazo! Se eu e você não sobrevivermos ao curto-prazo de que adianta pensar no longo. É assim que se pensa hoje em dia e EU NÃO CONCORDO COM ISSO.</strong><br />
Esta lógica é de uma frieza absurda e de pouca sustentabilidade. Um modo de produção como o capitalismo, que pressupõe a perpetuidade dos negócios, não pode ser reavaliado trimestralmente. É contra a própria lógica do sistema.</p>
<p>Mas fazer o que? Assim é o Capitalismo Acelerado, e é nele que estamos inseridos.</p>
<p><strong>Do it (right!) or DIe.</strong></p>
<p>Daniel e Frederico, meus caros, aguardo a continuação! Ah, e gostaria que vocês citassem economistas/artigos que tratem desta nova lógica, que é tão recente.</p>
<p>Abraços, FB</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>SBCE no caminho certo: assinatura está próxima!</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/08/sbce-no-caminho-certo-assinatura-esta-proxima/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 02:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Prezados,
Ao longo deste final de semana, recebemos as últimas manisfestações dos acionistas vendedores, concordando com o último &#8216;draft&#8217; do contrato de compra e venda das ações.
O governo federal já havia concordado com os futuros Estatutos e com o Acordo de Acionistas.
Hoje mesmo, domingo, disparei um e-mail para todas as partes, visando acordarmos uma data para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,</p>
<p>Ao longo deste final de semana, recebemos as últimas manisfestações dos acionistas vendedores, concordando com o último &#8216;draft&#8217; do contrato de compra e venda das ações.</p>
<p>O governo federal já havia concordado com os futuros Estatutos e com o Acordo de Acionistas.</p>
<p>Hoje mesmo, domingo, disparei um e-mail para todas as partes, visando acordarmos uma data para a assinatura, e um outro e-mail avisando nossos colegas em Paris.</p>
<p>Estamos perto de celebrar esta importante transação para a Coface, mas também para o mercado segurador de crédito brasileiro.</p>
<p>Abraços
</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Carteira da Coface atinge o número 80 no Brasil!!</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/06/carteira-da-coface-atinge-o-numero-80-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:06:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Mundo Coface</category>

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		<description><![CDATA[Prezados Colegas, Prezados Clientes,
É com satisafação que informo (e celebro) que acabamos de fechar mais uma apólice, atingindo a marca de 80 contratos em nosso portfolio.
Mais que o número em sí, vale destacar que isto representa um incremento de 35% sobre maio de 2007, o que é espetacular! Nosso market-share em 2008, segundo dados da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados Colegas, Prezados Clientes,</p>
<p>É com satisafação que informo (e celebro) que acabamos de fechar mais uma apólice, atingindo a marca de 80 contratos em nosso portfolio.</p>
<p>Mais que o número em sí, vale destacar que isto representa um incremento de 35% sobre maio de 2007, o que é espetacular! Nosso market-share em 2008, segundo dados da SUSEP até março, apontam para 60%. E em premios, já produzimos até abril mais do que fizemos em 2007 inteiro. Fantástico!</p>
<p>Para cada um de vocês, companheiros de batalha, recebam os meus PARABÉNS pela conquista! E para os nossos clientes, aquele MUITO OBRIGADO pela confiança depositada em nossa companhia!</p>
<p>Sucesso para todos!</p>
<p>Fernando</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise internacional de Crédito: longe do fim!</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/06/06/crise-internacional-de-credito-longe-do-fim/</link>
		<comments>http://blog.coface.com.br/2008/06/06/crise-internacional-de-credito-longe-do-fim/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Prezados,
A Coface acaba de anunciar que os avisos de sinistros - portfolio global - subiram 45% nos primeiros quatro meses deste ano, quando comparado com 2007. Apesar de sabermos que este número é reflexo de um pico - e que mais tarde se acomodará -, causa preocupação.
Segundo a nossa matriz, já vivemos a 5a Crise [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,</p>
<p>A Coface acaba de anunciar que os avisos de sinistros - portfolio global - subiram 45% nos primeiros quatro meses deste ano, quando comparado com 2007. Apesar de sabermos que este número é reflexo de um pico - e que mais tarde se acomodará -, causa preocupação.</p>
<p>Segundo a nossa matriz, já vivemos a 5a Crise de Crédito pós-choque do petróleo de 1973. Os principais motivos para este cenário são:</p>
<p>   1. Redução da demanda por bens e serviços dos americanos (maiores consumidores mundiais)<br />
   2. Redução das linhas de crédito dos bancos - em especial dos americanos (a economia mais endividada do mundo é a americana)<br />
   3. Alta brutal de matérias-primas e alimentos, que provoca inflação e torna muitos negócios inviáveis</p>
<p>Interessante notar que, até o momento, França e Alemanha não foram impactados por esta crise. Provavelmente por serem muito conservadores.</p>
<p>Leio também que, em função da retração econômica nos EUA, o número de empresários querendo se desfazer dos seus negócios duplicou, em relação a 2007. Chocante! Lá existem muitos websites em que o empresário - em geral de pequeno porte - anuncia seu interesse de comprar ou vender um negócio. Todos estes sites mostram um desequilíbrio, onde há muito mais vendedores do que compradores.</p>
<p>A maior razão? Os empresários não conseguem linhas de crédito para tocar o seu negócio. Quem diria…</p>
<p>Abraços, FB</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil também é Investment Grade para a Fitch Rating</title>
		<link>http://blog.coface.com.br/2008/05/30/investmente-grade-macroeconomia/</link>
		<comments>http://blog.coface.com.br/2008/05/30/investmente-grade-macroeconomia/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 May 2008 21:48:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Gestão, Estratégia e Liderança</category>

		<category>Mundo Coface</category>

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		<description><![CDATA[Cenário não muda nada para o Brasil
Caros - sugiro releitura da sequência que postei ao longo do mês sobre o tema.
A única novidade, que não é vinculada à decisão da Fitch, refere-se ao fato de que hoje já podemos concluir que a inflação está realmente incomodando o governo e alguns setores específicos. E a arma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cenário não muda nada para o Brasil</strong></p>
<p>Caros - sugiro releitura da sequência que postei ao longo do mês sobre o tema.</p>
<p>A única novidade, que não é vinculada à decisão da Fitch, refere-se ao fato de que hoje já podemos concluir que a inflação está realmente incomodando o governo e alguns setores específicos. E a arma a ser usada para abater o monstro é a política monetária ortodoxa, a.k.a. aumento da SELIC.</p>
<p>De resto, quase tudo igual. O fato de uma segunda agência nos promover a grau de investimento, significa que, agora, certos fundos de pensão e seguradoras muito conservadoras poderão investir em ativos brasileiros. É que tais investidores exigem que pelo menos <strong>duas agências</strong> confiram o rating BBB- ou melhor.</p>
<p>Abraços e atenção para a numerologia 15 0&#8230;
</p>
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		<title>Blog falando de blog</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 06:16:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category>Gestão, Estratégia e Liderança</category>

		<category>Mundo Coface</category>

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		<description><![CDATA[Olá, atchim!!
Pois é, passei a 6af de cama, mas aproveitei para assistir a programação da Ideal TV, do interessante canal 70 da TVA. Segue abaixo o link do site, que, se Deus quiser, vai permitir que assistam parte do programa sobre blog e web 2.0.
http://www.idealtv.com.br/programas_anteriores.php?id_video=601&#38;programa=12&#38;data=2008-05-23
O programa que este link acessa, mostr que estamos no caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, atchim!!</p>
<p>Pois é, passei a 6af de cama, mas aproveitei para assistir a programação da Ideal TV, do interessante canal 70 da TVA. Segue abaixo o link do site, que, se Deus quiser, vai permitir que assistam parte do programa sobre blog e web 2.0.</p>
<p><a href="http://www.idealtv.com.br/programas_anteriores.php?id_video=601&amp;programa=12&amp;data=2008-05-23">http://www.idealtv.com.br/programas_anteriores.php?id_video=601&amp;programa=12&amp;data=2008-05-23</a></p>
<p>O programa que este link acessa, mostr que estamos no caminho certo. Web 2.0 é a forma de nos mantermos antenados com o que nossos clientes querem. E também a única forma de conhecermos os clientes dos nossos clientes - que será fundamental para a Coface dar um mega-salto. E manter um blog atualizado, com espírito crítico e comentado é um dos caminhos.</p>
<p>A lógica é a seguinte: hoje em dia o cliente não aceita mais ser PASSIVO, comprando o que vendemos e do que jeito que queremos. O cliente hoje exige ser PROTAGONISTA, do contrário nos abandona. Para expandir nossa liderança de mercado, devemos criar um ambiente de negócios em que o cliente sinta que tem canais abertos de comunicação conosco - e que nós melhoramos o nosso atendimento a partir do aprendizado advindo de tais canais de comunicação. É um novo modelo de ser fazer negócio, cheio de riscos e oportunidades:</p>
<p>1. Riscos: exposição a críticas públicas, por exemplo.</p>
<p>2. Oportunidades: de se inserir de maneira privilegiada no ambiente dos nossos clientes (ser membro da sua comunidade), entender o que querem, do que não gostam, etc.</p>
<p>Bem-vindos à Coface 2.0! Ela veio para ficar!</p>
<p>Abraços, FB
</p>
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